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11 fevereiro 2011

EXTRA, EXTRA!!! 44, V11 FA, é do BRASIL!!!! é do CEARÁ!!!!!

Olá galera,

É com imenso prazer que divulgamos a 1ª ascensão do boulder "ECOS DA MADRUGADA SDS", realizada pelo escalador Ney "PROFESSOR". Escalador destaque da CDA. Com seus 44 anos de pura brutalidade está mandando melhor do que muitos garotos hehehehehe....
Nesse ano de 2011 o Professor nos apresentou uma NUMEROLOGIA CABULÍSTICA.
A numerologia consiste em:
11 x 11 = 121
121 - V10 = 111
Em 2011 V11
11 e 11 = 11 em 2011 V11, tudo 11.
Se somarmos os dois último dígitos de nossa da data de nascimento com a idade que faremos esse ano o resultado vai ser 111.
Essa é a profecia do Professor.
Vamo também divulgar algumas das estratégias que o "AYPIN by PATY" faz, isso pra quem quiser ficar na pressão, principalmente aqueles que estão entrando na carreira do 35+.
1 - 50ml de bebida alcoolica por dia;
2 - Suplemento de vitaminas e minerais para indivíduos acima de 50 anos (for men over 50);
3 - Macaxeira desde criança, principalmente no desjejum;
4 - 40 min de campos board 3x/semana;
5 - Treino de resistência 4x/semana;
6 - Uma pequena soneca de tarde;
7 - Brutalização nos boulder de noite;
8 - Golfe para relaxar (XBOX 360).

Claro que tem algumas coisinhas a mais, mas isso é segredo do vovô garoto.
Lembrando que esse fato foi divulgado na página principal do 8a, e que o "Velho da Mina" é o 2º no ranking nacional do 35+ e 29º no ranking mundial do 35+. (fonte: 8a.nu).
Infelizmente não temos fotos ou imagens da inédita cadena, porém estamos postando outro vídeo que tem a participação do Professor.

Fica aqui o nosso PARABÉNS para o NEY, que além de pressão é menbro fundador da CDA.
Muitos treinos e cadenas de V11 pra cima e é claro muita macaxeira pra manter a brutalização.



Preto, em nome de toda CDA.


18 outubro 2010

Escalada... ah a escalada!


A maioria das pessoas que pratica escalada é tarado pela coisa! Não consegue viver sem! (Pelo menos os que eu conheço.)


Normalmente demora algumas sessões, mas em muitos casos o mosquitinho transmissor do vírus do climb te infecta logo nos primeiros contatos com a pedra ou mesmo o muro.


Talvez seja a evolução individual, que principalmente nas primeiras escaladas é muito nítida. Aquele movimento que não saiu de jeito nenhum num dia, no outro sai relativamente fácil. Aquele V2 ou aquele 7º que parecia completamente impossível quando você começou a escalar, depois de um tempo fica totalmente “fazível” e você já olha diferente pros V5 e pros 8º e assim por diante.


Força, encaixe, memória corporal, sei lá o que é... talvez tudo junto!? O que eu quero dizer é que o “trem” vicia mesmo! E depois de viciado a coisa passa a tomar conta da sua vida. Você não quer mais ficar de bobeira nos fins de semana, começa a se ligar um pouco mais na alimentação porque ganhar peso é o maior preju, seu carro está sempre sujo por causa das estradas de terra, sua mão vai engrossando, você começa a andar com uma galera diferente e quando se dá conta, tá refazendo mentalmente uns movimentos no meio de uma aula ou no trampo.


Brincadeiras a parte, é comum que a vida mude depois de começar a escalar. Realmente, escalada muito mais que esporte é estilo de vida.


Entretanto, para alguns o coisa vai além. Você quer escalar todo dia, começa a mandar umas coisas realmente difíceis e chega um momento que um mero mortal só evolui com dedicação extrema e se quiser evoluir tem que a colocar a escalada em primeiro lugar na sua vida em detrimento de trabalho, família, amigos, estudos... Maior doidera! Ainda mais no Brasil, onde ninguém vive de escalar! Alguns vivem pra escalar, mas a renda vem de outro lugar. A verdade é que a escalada brasileira ainda está em processo de desenvolvimento e ainda não oferece aos praticantes as mesmas condições dos países com tradição no esporte.


Mas isso está mudando. Com o crescimento da população de escaladores, o desenvolvimento das condições de treino (treinadores e academias) e das áreas de escalada no Brasil a tendência é que as oportunidades também aumentem. As novas gerações têm muito mais condições de realizar sonhos que até pouco tempo pareciam muito distante dos brasileiros. Felipinho é prova viva disso! Começando na adolescência, com o treino certo, em um bom ginásio e com muita vontade de escalar, certamente aparecerão novos destaques na escalada esportiva brasileira. Isso gera um círculo virtuoso:




Isso está acontecendo hoje no Brasil devido ao empenho de "monstros" de um passado recente da escalada esportiva. Essa galera começou a escalar no século passado, não haviam muros de resina e as áreas de escalada eram subdesenvolvidas ou mesmo virgens. Não havia V10 nem 10º grau encadenado por brasileiro e os poucos ídolos eram estrangeiros. Tinha que querer muito escalar e eles puxaram o grau para cima, impulsionaram o desenvolvimento da escalada esportiva brasileira, certamente merecem créditos pela contribuição ao esporte!


No final das contas, a pessoa que começa a escalar hoje no Brasil tem muito mais chances de alcançar o nível de desempenho dos profissionais gringos e a tendência é melhorar!


De qualquer forma, sendo profissional, amador, fanfarrão, etc, o que importa é subir pedra!


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